Balneário Camboriú: Envelhecimento precoce na síndrome de Down foi tema de evento na SPI

Roda de conversa com integrantes da Associação Amor pra Down foi realizada nesta quarta-feira (18)

A roda de conversa com idosos de Balneário Camboriú sobre o tema “Envelhecimento precoce na Síndrome de Down” gerou muita interação entre os participantes da terceira idade. O encontro foi realizado na tarde de ontem, quarta-feira (18), na sede da Secretaria da Pessoa Idosa.

O assunto abordado trouxe em detalhes o aspecto do envelhecimento precoce na síndrome de down, uma das características comuns da condição, que é causada por uma alteração genética. A abordagem foi conduzida pela neuropsicóloga, Tatiane Gonzalez Kochhann, da Associação Amor pra Down, em um parceria com a Prefeitura de Balneário Camboriú.

Segundo Nairo Ribeiro, também voluntário na SPI, a roda de conversa foi um momento especial e de muito aprendizado. “A roda de conversa sobre a Síndrome de Down, sobre o envelhecimento precoce, foi mais um aprendizado especial em minha vida. O momento foi para entender mais sobre a inclusão, sobre as etapas, dificuldades e vitórias vencidas e enfrentadas pelos acometidos pela síndrome, bem como pelos seus familiares”, disse.

Nairo também ressaltou a troca de experiências com os participantes da roda de conversa que, para ele, foi muito satisfatória. “Além disso, a profissional que nos orientou foi bem prática, nos apresentando uma didática simples para um assunto tão complexo na vida de pessoas e da  sociedade”, conclui.

Para Maria Flávia dos Santos Bento, avó de um adolescente com Down, a palestra foi bem conduzida pelas profissionais capacitadas da associação. “As profissionais são bem atuantes e trouxeram dinâmicas para fazer com que os idosos entendessem o processo da vida de um Down. “Parabéns a todos os envolvidos”, disse.

O secretário da Pessoa Idosa, Claudir Maciel  ressaltou a importância dos idosos conhecerem, debaterem, e tirarem todas as dúvidas sobre Down. “Precisamos todos compreender que as diferenças na percepção do público com a síndrome, não muda a sua essência. O objetivo desta parceria com a Associação Amor Pra Down é buscar mais empatia e respeito com as diferenças. Elas, as diferenças, existem, porém ser diferente não significa ser melhor ou pior, mas apenas diferente”, pontua.

SÍNDROME DE DOWN NO BRASIL

Estima-se que mais de 300 mil pessoas apresentam a condição no Brasil, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No dia 21 de março é celebrado o Dia Internacional da Síndrome de Down.

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Texto e foto: Jeane Munaretti

Redação
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