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Balneário Camboriú: Dia da Luta Antimanicomial, atividades no CAPS II marcam a data para realização

Centros de Atenção Psicossocial do município registraram mais de 19 mil atendimentos no primeiro quadrimestre

A Secretaria de Saúde de Balneário Camboriú promove, na próxima segunda-feira (18), atividades de celebração, reflexão e promoção da saúde mental em liberdade. O ato é alusivo ao Dia Nacional da Luta Antimanicomial, celebrado em 18 de maio. O evento, aberto ao público, acontece no Centro de Atenção Psicossocial (CAPS II) – Rua Dom Luiz, nº 400, Bairro Vila Real -, das 9h às 16h.

Além de conscientizar a população sobre a causa, o intuito é também proporcionar momentos de integração, bem-estar e expressão criativa aos participantes, fortalecendo a rede de cuidado em saúde mental da cidade. Entre janeiro e abril de 2026, o município registrou 19.326 atendimentos nas unidades CAPS Ad e CAPS II.

– Este evento é uma oportunidade de celebrarmos a vida, reforçar a importância da atenção comunitária e mostrar que a saúde mental deve ser cuidada com liberdade, respeito e dignidade. Queremos que todos se sintam acolhidos e parte dessa luta pelo cuidado humanizado – disse a diretora do departamento de Saúde Mental, Monalisa Lunardelli.

Ao longo do dia, a comunidade poderá participar de exposição de trabalhos realizados pelos usuários do CAPS II, dia da beleza, auriculoterapia e orientações sobre CadÚnico. Haverá ainda, no período matutino, roda de conversa, bingo, karaokê e massoterapia. Já no vespertino haverá oficina artística, apresentação musical do Grupo CAPS Além dos Muros, exibição de documentário, aula de yoga e jogos de tabuleiro.

DIA DA LUTA ANTIMANICOMIAL

Celebrado em 18 de maio, o Dia da Luta Antimanicomial marca a luta pelo fim dos tratamentos restritivos e pela inclusão social de pessoas com transtornos mentais. A data reforça a importância da desinstitucionalização, promovendo cuidado humanizado, direitos e autonomia para quem vive com sofrimento psíquico. A proposta é incentivar a sociedade a olhar para a saúde mental com respeito, empatia e liberdade, valorizando a atenção comunitária e o tratamento no território, em oposição aos antigos métodos de isolamento em instituições psiquiátricas.

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Texto: Rafaela Dalago

Foto: Divulgação PMBC

Redação
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