Brusque: Zoobotânico recebe alunos para atividades em celebração ao Dia do Meio Ambiente

Parceria entre  Samae e Fundema proporcionou uma tarde de aprendizado sobre meio ambiente, fauna nativa e conservação dos recursos naturais

Nesta terça-feira (23), o Zoobotânico em parceria com o Samae por meio da Comissão Gestora do Meio Ambiente (Cogemas) e a Fundação de Meio Ambiente (Fundema) realizaram um evento em alusão ao Dia do Meio Ambiente, comemorado no último dia 5 de junho.

– Nesta ação, contamos com a parceria da Fundema e do Samae. Como o tema é meio ambiente, a Fundema trouxe o Projeto Sairinhas, trabalhando a questão da compostagem. Já o Samae apresentou o projeto sobre a água, explicando todo o processo, desde os rios até o encanamento das nossas casas – comentou a professor de educação ambiental do Zoobotânico, Priscila Dauer.

Ao longo da tarde, o Zoobotânico recebeu alunos do 1º, 2º e 3º anos de diversas escolas municipais e estaduais para participarem de brincadeiras de adivinhação de animais e atividades sensoriais. O tema deste ano foi a campanha “Ariranha: Sentinela dos Rios”, uma iniciativa da Associação de Zoológicos e Aquários do Brasil (AZAB) em parceria com o Projeto Ariranhas, que busca conscientizar sobre a importância da preservação da espécie e dos ecossistemas aquáticos.

– Além de apresentar às crianças o processo de tratamento da água, o evento foi uma oportunidade para conscientizar sobre a importância da preservação ambiental. A participação dos alunos tornou a atividade ainda mais especial e reforça o compromisso do Samae com a educação ambiental – destacou o presidente do Cogemas, Ruan Reis.

As crianças também puderam observar animais taxidermizados e conhecer de perto espécies que dificilmente são vistas no dia a dia. A atividade permitiu que os estudantes explorassem melhor a flora e a fauna, tornando o aprendizado mais prático, interativo e divertido.

– Essa visita é muito importante porque, durante essas atividades, as crianças aprendem mais sobre o meio ambiente e sobre as espécies nativas da nossa região. Elas saem um pouco do contexto da sala de aula e do material didático, que já aborda esses temas, para vivenciar esse conhecimento de forma mais concreta, o que é fundamental para que elas compreendam e fixem melhor essas informações – finalizou o professor dos anos iniciais, Bruno Henrique Jesus.

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Texto e fotos: Gabriela Maçaneiro

Redação
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