O dólar teve forte alta em 2024 e fechou o ano cotado a R$ 6,18, assustando os brasileiros. Não só quem planeja viajar para outro país ou tem compromissos a saldar no exterior está preocupado com os rumos da moeda: muitas matérias-primas de produtos fabricados no Brasil são importadas, como o trigo do pãozinho francês, e, por isso, a elevação das cotações impacta o custo de vida de todos.
Um abraço entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Jair Bolsonaro (PL), ou um passeio do bilionário Elon Musk em São Paulo com o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos). Registros ultrarrealistas de cenas inusitadas e que jamais aconteceram, criados por meio da ferramenta de inteligência artificial Grok,
Desde quinta-feira (12), o Banco Central já vendeu US$ 20,75 bilhões para tentar segurar a alta do dólar. Mas de onde é que vem esse dinheiro? Especialistas do mercado explicam a importância das reservas internacionais do país.
O Senado Federal aprovou nesta quarta-feira (18) o projeto de lei que taxa em pelo menos 15% o lucro de empresas multinacionais instaladas no Brasil. A cobrança ocorrerá por meio de um adicional na Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) que garantirá a tributação mínima efetiva de 15%
Expectativa é de menos picos de calor e mais chuvas durante o verão, que devem ajudar na preservação de reservatórios. Especialistas ouvidos pelo g1 projetam bandeira amarela em agosto e setembro.
Os boletos de pagamento poderão ser pagos não apenas por código de barra, mas por meio de outros instrumentos, como o Pix. O Banco Central (BC) aprovou nesta quinta-feira (12) resolução que moderniza o tradicional boleto.
Além de elevar os juros básicos em 1 ponto percentual, o Banco Central (BC) intervirá no câmbio pela primeira vez em quase um mês para segurar a alta do dólar. A autoridade monetária leiloará nesta quinta-feira (12) até US$ 4 bilhões das reservas internacionais com compromisso de recompra, quando o dinheiro é comprado de volta às reservas meses mais tarde.
A decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) de elevar a taxa Selic (Juros básicos da economias) em 1 ponto percentual e de indicar mais duas altas da mesma magnitude recebeu críticas do setor produtivo. Entidades do comércio, da indústria e centrais sindicais, além de políticos, consideram que os juros altos prejudicarão o emprego e a recuperação da economia.
A elevação de 1 ponto percentual na taxa Selic (juros básicos da economia) representa “surpresa por um lado”, mas já estava prevista pelo mercado financeiro, disse nesta quarta-feira (11) o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Ele disse estar perseguindo as metas fiscais e ressaltou que o pacote de corte de gastos enviado ao Congresso é “adequado e viável politicamente”.
O mercado financeiro trabalha com expectativas de alta em todos os índices que compõem o Boletim Focus divulgado nesta segunda-feira (9) pelo Banco Central. No caso do Produto Interno Bruto (PIB – a soma dos bens e serviços produzidos no Brasil), a previsão é de que a economia do país crescerá 3,39% em 2024.