Programação gratuita reúne DJs, sarau e batalha de rap no dia 7 de junho
A cultura urbana e o hip-hop tomam conta de Itapema no próximo dia 7 de junho com a realização do Fronteira Cultural, evento promovido pelo Coletivo Fronteira Livre com apoio do Instituto Araxá, por meio do projeto Arte por Toda Parte: Juventude também quer acesso à cidade!. A programação acontece das 15h às 21h na Praça do Morretes (rua 436C) e reunirá discotecagem, sarau, apresentações de artistas da região e batalha de rap com premiação. As inscrições para a batalha acontecem na hora, no local do evento.
Além de fortalecer a cena cultural urbana local, o evento também fará parte do documentário Cultura em Trânsito, produção audiovisual desenvolvida pelo Instituto Araxá dentro do projeto Arte por Toda Parte. A proposta do filme é falar do acesso à cultura para jovens, registrando diferentes manifestações culturais e movimentos presentes no município.
A programação inicia às 15h30 com discotecagem. Às 17h acontece o sarau, seguido pelas apresentações artísticas das 18h às 19h. Encerrando o evento, a batalha de rap ocorre das 19h30 às 21h, com premiações para os participantes. O primeiro lugar receberá R$ 100, folha exclusiva e brinde; o segundo colocado ganha R$ 50 e brinde; e o terceiro lugar será premiado com um brinde.
Para Alisson Kaniisio, presidente do Coletivo Fronteira Livre, o evento representa um marco importante para a valorização da cultura hip-hop nas comunidades.
– Como presidente do Coletivo Fronteira Livre, vejo esse primeiro evento realizado em parceria com o Instituto Araxá como um momento histórico para fortalecer e valorizar a cultura hip-hop e urbana dentro das comunidades. O documentário vai mostrar a criatividade, a resistência e a importância dos MCs de batalha, DJs e artistas urbanos, destacando um movimento que cresce cada vez mais no Brasil e representa a voz da nova geração. Meu papel é ser a ponte entre ideias, pessoas e oportunidades, buscando apoio, recursos e fazendo as pessoas entenderem a força transformadora dessa cultura – afirma.
Para Joel Eyroff, presidente do Instituto Araxá, apoiar iniciativas como o Fronteira Cultural também é uma forma de fortalecer o protagonismo juvenil e ampliar o acesso à cultura.
– Os movimentos culturais urbanos têm um papel fundamental na construção de identidade, pertencimento e expressão das juventudes. Apoiar eventos como o Fronteira Cultural é reconhecer a potência transformadora da arte nas comunidades e garantir espaço para que novos artistas, coletivos e vozes possam ocupar a cidade – destaca.
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Texto: Da Assessoria




























