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Itapema: Surfista jovem, Henrique “Alemão” fala um pouco sobre como tudo começou e prevê seguir pelo mesmo caminho

Alemão enfatiza que o esporte é um dos melhores caminhos para o jovem trilhar

Com apenas 14 anos, Henrique Simmer já escreve uma trajetória que inspira dentro e fora d’água. Natural de Balneário Camboriú e hoje representando Itapema, o jovem atleta encontrou no mar não apenas um cenário, mas um verdadeiro caminho de vida. Entre ondas, desafios e aprendizados constantes, Henrique demonstra disciplina, coragem e uma maturidade que surpreende para a sua idade. Agora ele disoputa o Brasileiro de Parasurf representando a região.

Sua história nas águas é marcada por dedicação e amor ao esporte, refletindo o espírito de quem entende que cada treino é uma oportunidade de evolução. Representando Itapema e o sul do Brasil, ele carrega consigo não só o talento, mas também o orgulho de uma nova geração que cresce conectada ao mar e comprometida com seus sonhos.

Henrique Simmer é, sem dúvida, um nome a ser acompanhado com muita atenção, um jovem que transforma paixão em propósito e que ainda tem um vasto oceano de conquistas pela frente.

Alemão, como é conhecido entre os surfistas, foi entrevistado nesta semana pelo colega Alisson Caniisio e falou de seus projetos dentro do esporte: Veja…

Qual é seu nome e por que o apelido Alemão?

Meu nome é Henrique Sommer, tenho 14 anos e nasci em Balneário Camboriú. Hoje resido com minha mãe, Cristina, aqui em Itapema. Tenho muito orgulho da minha história e de tudo que venho construindo. O apelido “Alemão” veio por causa da minha aparência desde pequeno. Isso pegou… e hoje virou parte de quem eu sou dentro e fora do esporte.

Quando começou sua trajetória como atleta?

Minha trajetória como atleta começou cedo, mas foi no surf que eu realmente me encontrei. Meu primeiro contato com o esporte foi com atividades simples, mas quando subi na prancha… aí eu senti que era ali que eu queria estar.

Em que momento decidiu levar o esporte a sério?

Decidi levar o esporte a sério quando percebi que aquilo não era só um hobby. Era um sonho… e, mais que isso, uma missão. No começo não foi nada fácil. Faltava apoio, havia as dificuldades financeiras, o preconceito… mas nada disso foi maior que a minha vontade de vencer.

Quem foi (ou ainda são) suas maiores inspirações no esporte?

Minha maior inspiração sempre foi minha mãe. Ela nunca desistiu de mim, mesmo quando tudo parecia difícil. No esporte, me inspiro em atletas que superam limites todos os dias.

Como é sua rotina de treinos atualmente?

Minha rotina hoje hoje em dia está focada nos treinos dentro e fora d’água. Atualmente sou Atleta de rendimento no PARADESPORTO de Itapema na modalidade de Atletismo. Também pratico natação e faço parte da escolinha de futebol do Flamengo. Disciplina, dedicação e vontade de evoluir sempre.

Qual foi a competição mais marcante em que você esteve presente até hoje?

A competição mais marcante ainda está sendo construída… mas cada campeonato até aqui já fez parte de algo muito maior.

Alguma vez já pensou em desistir? Se sim, o que te fez continuar?

Já pensei em desistir, sim. Mas eu lembro de tudo que já enfrentei e de quem está comigo. Isso me levanta e me faz continuar.

Como surgiu a oportunidade de competir no cenário nacional?

A oportunidade de competir no cenário nacional veio com muito esforço e reconhecimento. Nada foi fácil, mas a cada dia que passava isso foi aos poucos sendo conquistado.

O que significa representar o Sul do Brasil nessas competições?

Representar o Sul do Brasil, especialmente a nossa região é uma honra enorme. É levar comigo minha cidade, meu estado e todas as pessoas que acreditam em mim.

Como você avalia seu momento atual como atleta?

Meu momento atual é de crescimento. Hoje estou melhor preparado, mais confiante e com mais vontade ainda de fazer história.

E daqui pra frente, quais são suas expectativas para competir nacionalmente?

Minhas expectativas são dar o meu melhor, dentro e fora d’água. Mostrar quem eu sou e até onde posso chegar.

Para um atleta estar tranqüilo o alicerce familiar é muito importante. Qual é o seu motivo para continuar?

Minha base é minha família, principalmente minha mãe. Também há pessoas que acreditam em mim e caminham junto nessa jornada. Cada apoio faz diferença. Todos que acreditam no meu sonho, fazem parte da minha história.

O que tudo isso representa para você que ainda é muito jovem e tem uma vida pela frente? E o que você diria a outros garotos como você?

Essa conquista representa tudo, superação, amor, luta e prova que eu posso ir além. Quem sonha, não desiste. É difícil, mas vale a pena. O que eu posso dizer a outros jovens é: “Acreditem em vocês, porque ninguém pode sonhar no seu lugar!”

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Texto: Alisson Caniisio

Fotos: Ilustração

 

Redação
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Portal do notícias Folha do Estado especializado em jornalismo investigativo e de denúncias, há 20 anos, ajudando a escrever a história dos catarinenses.
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