No clima das Olimpíadas: unidades realizam práticas esportivas com alunos da Educação Infantil


Os Centros de Educação Infantil (CEIs) Ana da Silva Fontes, do bairro Cordeiros, e Anninha Linhares de Miranda, do São Vicente, estão no clima das Olimpíadas. Com o objetivo de despertar nas crianças o prazer pela prática esportiva, além de resgatar os valores da amizade, respeito e igualdade, as unidades de ensino promoveram uma série de esportes olímpicos adaptados para cada faixa etária.

No CEI Ana da Silva Fontes, a professora de Educação Física, Karine Garcia, realizou uma competição sadia entre as turmas do Maternal I e do Pré. Foram quatro dias de esporte, que envolveram atletismo, skate, ginástica rítmica e até golfe. Houve premiação com medalhas para os cerca de 80 participantes. Nesta semana, as Olimpíadas Internas do CEI Ana da Silva Fontes acontecem para outro grupo de alunos.

“Foram momentos de muita diversão e estímulos para os nossos alunos de 2 a 5 anos. As crianças puderam vivenciar diferentes esportes olímpicos, visando o espírito esportivo de equipe, tal qual estamos vivenciando no mais importante evento do esporte mundial, que ocorre em Tóquio até o dia 08 de agosto”, afirma a professora de Educação Física, Karine Garcia.  

No CEI Anninha Linhares de Miranda, as crianças também receberam orientações sobre os benefícios da prática esportiva, além da importância do brincar para o desenvolvimento e aprendizado dos alunos. As Olimpíadas da unidade foram organizadas pelo professor de Educação Física, Leandro de Abreu, e pela professora de Múltiplas Linguagens, Jéssica Porto, e acontecem até o término das Olimpíadas de Tóquio, quando os estudantes poderão assistir ao vídeo de encerramento dos jogos.

“A Olimpíada é uma ótima oportunidade para despertar nas crianças o prazer e o desejo de praticar um esporte e fazer dele um grande aliado. Não se trata apenas de despertar um atleta, mas promover a saúde e o bem-estar numa sociedade cada vez mais envolvida pela tecnologia e cada vez menos pelas atividades físicas”, destaca o professor Leandro de Abreu.

“Uma criança que não consegue brincar deve ser objeto de preocupação. Disponibilizar espaço e tempo para brincadeiras, portanto, significa contribuir para um crescimento saudável. É importante também que os adultos resgatem sua capacidade de brincar, tornando-se, assim, mais disponíveis para as crianças enquanto parceiros e incentivadores de brincadeiras”, completa a professora do CEI Aninha, Jéssica Porto.

Redação
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