Brasil fortalece sua autonomia estratégica sem abrir mão do humanismo e da paz
O 7 de Setembro não é apenas memória: é compromisso vivo com a soberania do Brasil e com o futuro do nosso povo. A Independência só se sustenta quando a vontade popular é respeitada e quando a pátria possui meios concretos para defender sua liberdade.
As Forças Armadas são a expressão desse compromisso. Do patrulhamento da Amazônia à vigilância da Amazônia Azul, a nação avança na proteção de suas riquezas e fronteiras. A incorporação dos caças Gripen, o desenvolvimento do submarino nuclear e a construção de modernos navios de defesa demonstram que o Brasil caminha rumo à plena autonomia estratégica.
O investimento em armamentos de alta tecnologia e na energia nuclear em caráter pacífico fortalece a soberania sem abrir mão do humanismo. Essas armas jamais serão usadas, emprestadas ou fornecidas contra qualquer país soberano: servirão exclusivamente para a defesa interna do território nacional, até que se tornem obsoletas e sejam substituídas por novas gerações. Essa é a verdadeira postura de um país que valoriza a paz sem abrir mão da sua dignidade.
Ser independente é ser capaz de proteger-se com os próprios meios. Ser soberano é decidir seu destino sem tutelas externas. Ser humanista é garantir que a força armada exista apenas como escudo da liberdade, nunca como instrumento de opressão. Assim se constrói a defesa intransigente da pátria e o amor verdadeiro ao Brasil.
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José Santana
Jornalista, pós-graduado em Jornalismo Investigativo, bacharel em Gestão Pública e especialista em Direito Constitucional






















