Neste texto lembramos a responsabilidade e a importância de levarmos nossas crianças a serem vacinadas
No próximo sábado, dia 22 de agosto, o Brasil terá mais uma importante mobilização pela saúde pública: o Dia D de Vacinação. Mais do que uma data no calendário, esta é uma oportunidade para lembrar que a vacinação continua sendo uma das maiores conquistas da medicina e uma das ferramentas mais eficientes para proteger vidas.
Quando falamos em vacinação, estamos falando, sobretudo, de prevenção. Uma criança vacinada está mais protegida contra doenças que podem provocar complicações graves, deixar sequelas e, em situações extremas, levar à morte. Sarampo, poliomielite, coqueluche, meningites, difteria e tantas outras enfermidades, que durante décadas fizeram vítimas entre crianças brasileiras, podem ser evitadas ou controladas graças às vacinas.
E é justamente na infância que esse cuidado precisa ser levado ainda mais a sério. O calendário de vacinação não existe por acaso. Cada vacina é indicada em determinada idade porque acompanha as necessidades do organismo e o período em que a criança precisa estar protegida.
Por isso, pai, mãe ou responsável têm um papel fundamental. Levar a criança ao posto de vacinação, conferir a caderneta e manter as doses em dia é um ato de amor, mas também de responsabilidade. Não se deve esperar uma campanha, uma epidemia ou o aparecimento de casos para procurar a vacina. A prevenção precisa acontecer antes e sempre.
É importante lembrar também que a vacinação não protege somente quem recebe a dose. Quando uma parcela significativa da população está imunizada, toda a comunidade fica mais protegida, especialmente aqueles que, por razões médicas específicas, não podem receber determinadas vacinas. É o princípio da proteção coletiva.
O Dia D deste 22 de agosto, portanto, deve ser encarado como um convite à responsabilidade. É o momento de abrir a caderneta de vacinação, verificar se existe alguma dose atrasada e procurar uma unidade de saúde para colocar a proteção em dia, conforme as orientações das autoridades sanitárias.
Aos pais, deixamos uma mensagem simples, mas fundamental: não deixem para depois aquilo que pode proteger seus filhos hoje. Vacinar é prevenir. Vacinar é cuidar. Vacinar é demonstrar amor pela própria família e respeito pela saúde de toda a sociedade.
Que o Dia D seja marcado não apenas pela presença nos postos de vacinação, mas pela consciência de que cada dose aplicada representa uma barreira a mais contra doenças e uma possibilidade a mais de garantir às nossas crianças aquilo que todos desejamos: uma infância saudável, protegida e com um futuro cheio de oportunidades. Vacina no braço é proteção para a vida. No dia 22 de agosto, faça a sua parte. Leve seus filhos para vacinar.
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Da Redação
Folha do Estado SC





















