Em tempos de desinformação massiva, manipulação de narrativas e uso irresponsável da internet, a verdade tornou-se um campo de batalha. Não é exagero afirmar...
As declarações proferidas pelo vereador Saulo Ramos, na tribuna da Câmara de Itapema, são não apenas inverídicas, como representam uma tentativa lamentável de descredibilizar o trabalho de um jornalista cuja conduta profissional e jurídica permanece ilibada — como atestam certidões emitidas por todos os órgãos oficiais competentes.
A decisão acertada do magistrado itapemense
Em tempos de desinformação e abusos virtuais, uma decisão da 2ª Vara Cível da Comarca de Itapema tem chamado...
Neste editorial da série “Entre Vozes e Muros”, José Santana analisa como o silêncio jurídico e a manipulação da Constituição fragilizam o Estado de Direito e abrem caminho para retrocessos democráticos.
Durante a sessão da Câmara de Itapema, manifestantes foram identificados e tiveram cartazes recolhidos após protestarem contra o arquivamento de uma denúncia de estupro. A Justiça arquivou o caso sem julgamento de mérito, mesmo com relatos fortes da vítima.
A vereadora Raquel informou que a Comissão da Mulher enviou o caso ao MP e à Delegacia, e a ONG Olho Vivo retirou representação após receber os documentos.
O editorial cobra respostas: quem arquivou? Houve investigação? Onde estavam as autoridades?
Mais grave que cartazes é o silêncio institucional. A mulher falou. O sistema se calou. Mas a imprensa, não.
Preguiça institucionalizada e ausência de responsabilidade pessoal vêm comprometendo famílias, empresas e governos. Trata-se de um sintoma silencioso - mas devastador - que transforma omissão em rotina e paralisa até os ambientes mais promissores.
Não foi em Cuba, Venezuela, China ou Rússia - os alvos rotineiros da retórica ocidental - que uma deputada americana e seu esposo foram brutalmente assassinados. Foi no próprio Estados Unidos, o país que se autoproclama “polícia do mundo”, o bastião da democracia e da liberdade.
Nos episódios anteriores da série editorial Entre Vozes e Muros, investigamos os efeitos devastadores do fanatismo (Episódio I), o poder restaurador da empatia na política (Episódio II), os riscos que o extremismo representa para as instituições democráticas (Episódio III) e o papel destrutivo das fake news na polarização social (Episódio IV).
Nos episódios anteriores desta série editorial Entre Vozes e Muros, refletimos sobre como o fanatismo envenena o debate público (Episódio I), como a empatia pode ser uma ferramenta política para restaurar a civilidade (Episódio II), e como o extremismo corrói as instituições democráticas e abre caminho para o autoritarismo (Episódio III).